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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Infância sem preconceito BC


A Flávia do Na Pracinha teve a iniciativa dessa BC a partir da história de uma criança de Belo Horizonte que foi proibida de ir a um passeio junto com a escola pelo simples fato de ser diabética..... A criança ainda não aplica a injeção de insulina sozinha, ninguém na escola era apto a fazê-lo e a mãe, foi impedida de ir ao passeio por ser mãe....

A escola então, achou MELHOR a criança não ir ao passeio.....



Resolvi participar contando a MINHA história......




"Eu sou diabética desde os 16 anos. 

Desde o primeiro dia, EU aceitei muito bem a doença.

Ainda no hospital, o médico que me atendeu disse: nunca mais vai comer doce, nunca mais vai tomar sorvete, nunca mais....

Eu respondi: "Só isso? Então ok".

Mas não era só isso, né..... o PRECONCEITO ia me acompanhar muito em minha  vida....

Eu ia em acampamento de férias e explicar o que era e como era..... foi difícil. Além disso, eu sempre era uma preocupação a mais.... para todos. Louvável, mas chato.

Depois, estudei e me tornei Guia de Turismo. Não tenho nem idéia de quantas vezes sofri preconceito por causa do diabetes....

Primeiro, no aeroporto, sempre sou parada por causa dos equipamentos: seringas, agulhas e tals.



Na estrada, uma vez, fomos parados pela polícia rodoviária, e o ônibus apreendido por horas até eles conseguirem falar com minha médica e comprovar que eu não era uma 'drogada'....

Já desmaiei na rua e também acharam que eu estava 'drogada'....

E.... falando do sonho de ser Mãe..... ele me foi tirado na mesma época, aos 16 anos: fui informada que não poderia ter um bebê! 

A Lara vai fazer 3 anos daqui há exatos 20 dias..... adoraria mandar essa mensagem a todos que me disseram "não" poderá ser mãe.



E a todos os 5 obstetras que me atenderam e me disseram que não ia dar certo, antes do obstetra que fez o parto....

Sim, eu sou mãe, eu tive uma gravidez perfeita, com peso ideal e alimentação saudável.

Sou diabética e mãe, apesar de todo o preconceito sofrido por isso.

Sim, é possível.

Assim como é possível uma infância sem preconceitos"




Por uma #infanciasempreconceitos
     




            

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7 comentários:

  1. Shooow!
    Preconceito em pleno século 21?
    É realmente vergonhoso!
    Adorei e iniciativa, adorei a sua postagem, infelizmente tem muitas crianças sofrendo preconceito por ai :/
    Aqui o preconceito era sobre a cor da pele... Pensa na minha família Toda Loira (loiros dos olhos azuis) e nascer eu, morena dos olhos verdes! Puxei uma bisavó que era negra. Mas sabe, minha família nunca ligou, eu nunca liguei... Então é isso o que importa!

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  2. Que historia!
    Eu sofria preconceito porque trocava algumas letras na infância. Muitas crianças não queriam conversar e nem brincar porque eu falava errado, mas isso nunca me abateu eu sempre pensei que quem perdia era eles e ão eu. Com 10 anos comecei a fazer fono e meses depois as trocas foram embora.

    Viva ao mundo sem preconceito!

    beijos

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  3. ai amiga...
    que triste esses medicos dizerem que nao podia ser mae..
    agora esta ai vc é mae e muito feliz

    adorei seu post
    parabens
    bjos

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  4. Sofri muito preconceito na infância por sempre ser gordinha, queria muito que o Vini não passasse por nenhum tipo de sofrimento mas sei que não posso proteger ele do mundo.
    Mas devemos sim botar a boca no trombone.
    #infanciasempreconceitojá
    beijos

    http://viniciusmamaequedisse.blogspot.com.br/2013/07/tikebum-etiquetas-personalizadas.html

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  5. Que guerreira hein!
    Parabéns pela triste porém linda história!
    Superação!
    Bjos
    Tatty
    http://diariomaedeprimeiraviagemtatty.blogspot.com.br

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  6. Essas coisas teria que mudar, mais como não podemos, temos que ter paciencia pra que pelo menos seja amenizado, e seguir em frente apesar de tudo.
    Bjinhos

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  7. Entra ano e sai ano e o preconceito continua.
    Uma pena
    Bju

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