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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Coleção De todo Mundo Editora do Brasil

UM DRIBLE NO PRECONCEITO

A clássica cena em que um coleguinha é sempre excluído pelos colegas ao montar o time de futebol é o fio da meada de mais uma bela história que Telma Guimarães conta em Bela jogada!, lançamento da Editora do Brasil

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Telma Guimarães parte de uma situação bastante comum entre as crianças para falar sobre preconceito, aceitação, respeito, trabalho em equipe e união no livro Bela jogada, com ilustrações de Fabiana Salomão, um lançamento da Editora do Brasil.

No campinho de futebol do clube, meninos e meninas começam a escolher os colegas para escalar os times. Nesses momentos, Cândido, que é meio gordinho, sempre acaba ficando de escanteio. Ninguém o escolhe. “Mas eu sou bom pra caramba no jogo!”, ele tenta argumentar. Mesmo assim, a turma não dá bola para ele e, invariavelmente, Cândido fica no banco vendo os colegas disputarem a partida.
Certa vez, ele aproveitou o tempo para desenhar jogadas. O time de Ricardo estava perdendo feio quando ele foi substituído. Viu os desenhos do Cândido, achou que o menino entendia mesmo de futebol e mostrou para os amigos. Então, eles resolveram chamar o garoto para o gol. E não é que, além de fazer grandes defesas, Cândido ainda comandou o time na reação, dando orientações de jogadas e mudanças de posição?
“Quem é bom observador, muitas vezes, consegue ver os erros nas jogadas, dar bons palpites. Acho que por isso comecei esse texto. Queria falar dos que nunca são chamados... sobre como também são importantes e como podem virar um jogo...às vezes, usando somente nosso lápis e papel!”, explica Telma.
Indicado para crianças entre 6 e 8 anos, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.


A RICA DIVERSIDADE DE NOSSA LINGUAGEM
Mexerica e bergamota, carrinho de rolimã e de lomba. As diferentes expressões e palavras que usamos para denominar algumas coisas, dependendo da região do país, são abordadas de forma divertida no livro Como é que se diz?, de Telma Guimarães, um lançamento da Editora do Brasil

capa_como_e_que_se_diz_2019Criança parece que tem um radar para novidades, como mostra o livro Como é que se diz?, de Telma Guimarães, com ilustração de Luciano Tasso, um lançamento da Editora do Brasil. Assim o radarzinho de Leo logo acendeu o alerta, quando um caminhão de mudança parou na frente da casa ao lado da sua. Novos vizinhos estavam chegando: um casal e duas crianças, cujas idades regulavam com a dele e de sua irmã, Helena. Leo ficou intrigado principalmente pelo jeito de falar da família, que usava umas palavras esquisitas, que ele nunca tinha ouvido, como piá e cusco.

Leo chamou a irmã e foram espiar o movimento mais de perto. Descobriram que o casal Ângelo e Aline e seus filhos, Paulinho e Mariana, vinham de outra região do país, por isso falavam daquele jeito diferente. Longe de estranharem, Leo e Helena viram na chegada dos vizinhos um mundo de possibilidades de brincadeiras, amizades, ricas trocas culturais e de experiências.

Com esse encontro de culturas, Telma aproveita para mostrar ao pequeno leitor que o jeito de falar varia de acordo com o lugar onde moramos. Que o Brasil é rico nessa diversidade de linguagem, e que pode ser muito divertido aprender com essas diferenças. Foi o que perceberam Leo, Helena, Paulinho e Mariana ao descobrir que mexerica também pode ser chamada de bergamota, que carrinho de rolimã é conhecido como carrinho de lomba e semáforo pode ser sinaleiro.

Acostumada a viajar pelo Brasil inteiro divulgando seus livros e falando sobre leitura, Telma sempre escuta palavras e expressões diferentes e típicas dos lugares por onde passa. Daí nasceu a ideia de fazer esse livro. “Pensava em tudo o que ouvi nessas andanças e como nossa língua é rica. E nada como um vizinho novo, vindo de outra região, para trazer, junto com o caminhão de mudança, algumas diferenças também no modo de falar”, conta a escritora.

Indicado para crianças entre 9 e 10 anos, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde, cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.


TALENTOS TROCADOS, ENSINAMENTO DOBRADO
Ao organizar o show de talentos de sua turma, a professora Cleusa propôs um desafio a seus alunos: fazer algo diferente do que se propunham. Os ensinamentos que essa troca de papéis proporciona estão em O som de cada um, de Telma Guimarães, um lançamento da Editora do Brasil

capa_O som de cada um_2019Em muitas escolas é comum organizar todo ano um showde talentos, em que os alunos podem mostrar seus dons. Vale cantar, dançar, fazer malabarismos, mágica, contar piada, tocar um instrumento... Para organizar o evento na sua classe, a professora Cleusa começou a anotar as habilidades de cada estudante e percebeu que um deles não estava muito empolgado. Era Donaldo, que disse não saber fazer nada. A professora insistiu, queria saber se ele gostava de alguma coisa. Ele confessou que era fã de música sertaneja e foi alvo de gozações de colegas, que achavam esse gênero musical muito chato. Luciano logo anunciou que ia cantar um rap, um ritmo muito mais popular entre estudantes da turma, que aplaudiram prontamente a decisão do amigo.

Diante desse episódio de puro preconceito, a professora tomou uma decisão: trocar as atividades que cada aluno tinha se proposto a fazer. O que ia fazer mágica, contaria piada. O que ia cantar música sertaneja, faria um rap. E o cantor de rapcomporia uma música sertaneja... E Cleusa explicou: “Mudanças sempre fazem bem! Cada um de vocês tem habilidades diferentes e precisamos exercitá-las de várias maneiras. Tenho certeza de que o resultado vai ser bom e todos nós vamos curtir!”.
Esse é o enredo de O som de cada um, de Telma Guimarães, com ilustrações de Carla Irusta, um lançamento da Editora do Brasil. Essa narrativa estimulante desafia os limites, os rótulos e as dificuldades pessoas.
Com isso, a ideia da escritora foi levar os leitores a refletir sobre como apreciar ou, ao menos, respeitar algo diferente do que gostam. E a professora tem um papel fundamental como mediadora dessa reflexão. “Fiquei surpresa com os alunos desta história. Despiram-se de preconceitos e foram criativos. A professora, então, nem imaginava que seu próprio estilo musical também mudaria!”, escreve Telma.
Indicado para crianças entre 8 e 9 anos, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde, cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.


DIFERENÇAS CULTURAIS DENTRO DA SALA DE AULA

A chegada de quatro alunos estrangeiros na turma do 5º ano e uma professora atenta e sensível renderam uma ótima oportunidade de aprendizagem contada no livro Todo mundo junto, de Telma Guimarães, lançamento da Editora do Brasil
capa_todo_mundo_junto_2019
Imigração, uma importante questão do mundo contemporâneo, e o respeito às diferenças são temas abordados com muita sensibilidade no livroTodo mundo junto, de Telma Guimarães, com ilustração de Evandro Marenda, um lançamento da Editora do Brasil.

Na obra, Mirtes é professora de Geografia e se vê diante de um desafio: mediar a integração dos quatro alunos estrangeiros à turma do 5º ano. Vindos da Síria, da Bolívia, do Peru e de Angola, eles despertavam o riso dos colegas por causa do jeito de se vestirem, dos nomes e sotaques. A professora sentiu logo que esse comportamento fazia as crianças estrangeiras se sentirem mal. Então, tratou de criar um projeto para virar esse jogo, transformando a curiosidade das crianças em rico aprendizado e respeito pelas diferenças.

A autora teve a ideia de escrever este livro ao ler no jornal uma reportagem sobre crianças imigrantes. “Depois de ler mais sobre famílias que buscam melhores condições de vida aqui, neste enorme país, iniciei a história. O que parece começar com pequenos conflitos torna-se uma experiência muito enriquecedora, tanto para Mirtes, a professora, como para todos os seus alunos”, escreve Telma.

Indicado para crianças que estão no 5º ano escolar, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde, cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.




             

                       


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Resenha Irineu

Livro
Irineu
Mariana Mattos
2017


Irineu é um dinossauro divertido, do bem, bacana e um pouquinho travesso... Imaginou? Então... agora é desenhá-lo e colar na capa do livro (igual Lara JÁ fez... nem foto consegui tirar). 


Vem com 2 cartelas de adesivos (não adesivinhos de heróis e princesas já prontos)... adesivos para você inventar o que quiser colar na história!...
O livro é assim, livre.  




Nossa resenha
Lara amou! 


O livro chegou e ela foi logo lendo, desenhando e colando os adesivos...



A história começa com Dona Carola muito brava...


Era o 3° sofá em menos de 2 meses...


E olha a ilustração (adesivo que Lara desenhou)


No fim das páginas tem algumas palavras que possam ser diferentes e a criança não conheça.
   

Dona Carola imaginou que Irineu poderia estar ansioso por não passear então propôs dar uma saída...


      Dona Carola começa a contar sobre o dinossauro: sua chegada...


Vantagens e desvantagens de ter um 


E.... o amor por ele.


E paciência infinita...


Irineu tem medo dos gatos.


Menos do Bareta, eram companheiros.
E Bareta que ensinou Irineu a arranhar os sofás...


Irineu estava aprendendo a escrever


E Dona Carola colou num porta-retrato


O dia chega ao fim e Dona Carola já imagina que vai assistir tv na cadeira de praia.... (o sofá foi rasgado lembra?)



Então Irineu tem uma ideia fofa....

(Não vou contar tudi não!)



Ai gente.... as fotos não mostram a grandiosidade desta idéia. A autora Mariana apostou na criatividade das crianças para participarem do livro. Aqui em casa deu certo!
Obrigada!


Acompanhe Irineu no instagram
@irineudinossauro


                       


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Resenha Os ajudantes do H

Livro
Os ajudantes do H
Adriana Maria Zanetta
ilustrações Alice Tonobohn
Editora InVerso
2018


O H estava triste, se sentindo isolado, deixado de lado...


Porquê H ?


As crianças esquecem de colocar o H nas palavras... porquê só escreve o que se ouve..


Ah!.... o H é mudo!


Mas... ele tem uns ajudantes!

Os dígrafos: 2 consoantes que formam 1 só.


NH


CH


LH


A inclusão das letras ajudou o H com a sua diferença!!!

Bruxa Cueca preparou um caldeirão de palavras


Hoje ... aprendemos...


Assim como o H, é importante para todos ter lugar na sociedade.


 


Nossa resenha teve....

O livro ajudou com a lição de casa!


Lara precisou procurar em livros, jornais ou revistas muitas palavrinhas com H e preencher a lição do livro com as palavras que encontrou...
 

Lara adorou entender porquê seu sobrenome é CHaran... ela tem um ajudante do H no seu nome!!!


Conhecemos a autora Adriana num evento da Editora InVerso aqui em São Paulo, em Agosto deste ano.



Assistimos a um teatrinho super divertido explicando o livro Os ajudantes do H





Professoras:
Super recomendo este livro na alfabetização




Você pode comprar este livro no site da Editora:


                       


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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Leia para uma criança 2018


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"O Itaú Unibanco e o Itaú Social lançam a oitava edição do programa “Leia para uma Criança”, que incentiva a leitura do adulto para e com a criança como uma oportunidade de fortalecimento dos vínculos e da participação ativa na educação desde a primeira infância. O programa seleciona livros infantis por meio de edital – as obras passam por uma curadoria de especialistas e as escolhidas são distribuídas gratuitamente. .
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Neste ano, a coleção tem edições exclusivas de “Quero Colo!”, de Stela Barbieri e Fernando Vilela, e “Pedro Vira Porco-Espinho”, de Janaína Tokitaka. Serão 1,8 milhão de kits, entregues para quem fizer o pedido por meio do site itau.com.br/leiaparaumacrianca. Os pedidos podem ser feitos por quem é cliente e também por quem não é cliente do Itaú.  Também serão distribuídos 2 mil exemplares em braile e letra expandida, e outros 2 mil acessíveis para leitores com outras deficiências.
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Desde a criação do programa os números são representativos: mais de 51 milhões de livros impressos já foram distribuídos – entre eles 12 mil em braile e com fonte expandida para pessoas com deficiência visual – e mais de 3 milhões de livros já foram enviados para bibliotecas públicas, organizações da sociedade civil e escolas.
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“Desde a gestação, a leitura é um dos principais estímulos que se pode oferecer às crianças. A narrativa literária contribui para o desenvolvimento integral da criança, ajudando-a a lidar com sentimentos, emoções e a compreender o mundo que as rodeia. Ouvir histórias estimula a imaginação e a criatividade, e aumenta a habilidade de se comunicar. O Programa Leia para Uma Criança incentiva a leitura do adulto para a criança como forma de fortalecer esse hábito na família, ampliando o vínculo e a participação ativa na educação das novas gerações”, afirma Angela Dannemann, superintendente do Itaú Social.

Campanha Multiplataforma
De forma inspiradora, a campanha apresenta uma narrativa que reforça pelo segundo ano consecutivo que meninas e meninos podem inventar um futuro que ninguém imagina. O filme “Robô” ainda conta com uma trilha sonora composta por uma versão exclusiva de “Dream On”, um clássico da banda Aerosmith. A estreia acontece durante o Jornal Nacional na Rede Globo, no dia 9 de outubro. Assista aqui.

“Ouvir histórias, principalmente na primeira infância, ajuda as crianças a explorarem melhor a criatividade e a imaginação, apresentando a elas um mundo de novas possibilidades. Este ano, mais uma vez, trazemos uma segunda camada narrativa, que retrata uma menina que foi empoderada a partir da leitura, rompendo barreiras e obstáculos para conquistar seu sonho de trabalhar em um universo de tecnologia e ciências”, explica Eduardo Tracanella, diretor de marketing institucional do Itaú Unibanco.

O novo filme conta a trajetória de uma menina que, a partir do momento em que é incentivada pelo pai a ler um livro com tema de robô, se encanta com a história e desenvolve diversos projetos sobre o tema, em várias fases de sua vida. De forma épica, isso se traduz em um momento importante de realização pessoal e profissional. Filmada em São Paulo, a peça tem produção da Saigon e direção de Vellas. 

Para levar a história para a realidade, a campanha também terá o lançamento durante o mês de outubro de “A Biblioteca de Malala”, uma entrevista exclusiva gravada com a ativista paquistanesa Malala Yousafzai – laureada com o Prêmio Nobel da Paz – durante sua visita ao Brasil em julho deste ano. Com divulgação no ambiente digital, o conteúdo tem a jovem paquistanesa falando sobre a importância dos livros em sua vida. 

“Estamos evoluindo o conceito criativo iniciado no ano passado. É sempre sobre dar consistência à mensagem do poder transformador da leitura na infância. Ler para uma criança muda a vida dela, faz ela realizar voos mais altos, chegar mais longe. E uma inspiração direta para a campanha de 2018 foi a história da Malala, que esteve no Brasil em julho em evento do Itaú. De certa forma, ela está em nosso filme representada na história da nossa protagonista. Na relação com o pai, inspirando a filha através da leitura. Nas barreiras que ela tem que superar, usando a educação como instrumento para seguir uma capaz de mudar não somente sua vida, mas o mundo inteiro”, afirma Rafael Urenha, CCO da DPZ&T. “Tudo isso ao som de Dream On, um clássico do Aerosmith. Curiosamente, Steven Tyler, o vocalista da banda, cantou a música na cerimônia do Prêmio Nobel da Paz que premiou a Malala em 2014”, conclui.

Este ano a estratégia da campanha foi definida com base em três objetivos principais: incentivo à leitura, ações de compartilhamento de livros e a divulgação dos livros digitais, como opção para quem não conseguir pedir os livros físicos.
    
A iniciativa do Leia para uma Criança integra uma das causas que o Itaú Unibanco apoia, a da Educação.

Para assistir ao filme da campanha e saber mais sobre o movimento, basta acessar o site www.itau.com.br/leiaparaumacrianca

Sobre a Fundação Itaú Social

Por entender que a educação pública demanda uma organização coletiva, o Itaú Social convida todos os interessados para, juntos, criar e fazer prosperar um Polo de Desenvolvimento Educacional, de forma que seja possível formar cidadãos capazes de construir a nação que todos almejam. A trajetória do Itaú Social começa em 1993, quando o Banco Itaú criou o Programa de Ação Comunitária (posteriormente Programa Itaú Social). Sete anos depois, em 2000, o projeto ganhou maior amplitude com a instituição do Itaú Social, contribuindo para o desafio de garantir os direitos de crianças e adolescentes por meio da educação.

Sobre o Itaú Unibanco
O Itaú Unibanco, com mais de 90 anos de história, é o maior banco privado da América Latina. Presente em 19 países nas Américas, Europa e Ásia, conta com mais de 90 mil colaboradores. Com uma rede de atendimento ampliada, composta por 4.388 agências e postos de atendimento e 46 mil caixas eletrônicos em todo o território nacional, atende clientes pessoa física e pessoa jurídica em todos os segmentos.

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