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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Socorro! Cadê aquela Lara?

Socorro, gente! Cadê aquela Lara meiga e calma, tranquila e boazinha?
 


  
Até fazer 2 anos, eu dizia "Pode ser?" ou  "Combinado?" e bastava pra ela entender e obedecer. 
Agora....


Briga pelos brinquedos

Chora, esperneia, chuta, se joga no chão...

Se esconde e diz: "To bava co você" [estou brava com você]

Jogou o prato de comida no chão.

[...]

 Achei na net 2 textos que me identifiquei e postei a seguir.

Segue texto do site Pequenada
Quem nunca assistiu a uma birra ensurdecedora de uma criança numa qualquer loja porque quer e tem de ter aquele brinquedo ou aquela fila inteira de chocolates? Pois, todos nós. E quem já olhou para baixo e verificou que essa criança era sua? Pois, muitos de nós. É um clube aos quais todos os pais vão pertencer numa altura ou noutra.

O que são?

Embora ruidosas, desesperadas e embaraçosas (principalmente em público!) as birras não são mais do que manifestações da vontade da própria criança que, por volta dos 2 ou 3 anos, apercebe-se que já se pode fazer ouvir… e de que maneira! O comportamento infantil difere de criança para criança, sendo que algumas contestam mais os limites e as regras impostas pelos adultos do que outras. Gritam, choram, dão pontapés, agitam os braços, deitam-se no chão, atiram brinquedos e objectos pelas coisas mais simples: não querem comer a sopa, não querem tomar banho, não querem dormir a sesta, querem aquela boneca ou guloseima no hipermercado (porque é que os levamos para estes sítios?!). Querem e não querem porque já se aperceberam que é possível terem vontades – agora se essas são satisfeitas ou não, isso já é outra história.

O que significam?

Esquecendo, por agora, o volume destas birras, o desânimo e a impaciência que desperta nos pais, há um lado positivo destas “criancices”: no fundo, as birras são uma manifestação saudável das emoções, sentimentos, vontades e necessidades da pequenada. Afinal, estão a desenvolver a sua personalidade, só não sabem como expressar-se da melhor forma, porque nas suas mentes (sim, não nos podemos esquecer que estamos a falar de criaturas de palmo e meio!) apenas querem satisfazer a necessidade do momento e muito rapidamente – nesta altura das suas vidas não têm qualquer outra preocupação ou entrave, se não a contestação dos pais.

O que não fazer?

Nunca ceda às birras de uma criança, nem porque se sente culpado por não passar muito tempo com ela ou porque tem-se portado tão bem nos últimos tempos ou então porque está a morrer de vergonha numa loja. Ao ceder, vai passar a mensagem que as birras são normais e perfeitamente aceitáveis para as crianças obterem aquilo que desejam e, pior, dará asas a um ciclo vicioso que se tornará cada vez mais difícil de controlar e ultrapassar. Ao não conceder o desejo da criança estará a mostrar-lhe várias coisas: que existe um tempo para tudo, ou seja, não pode ter tudo aquilo que pretende, na hora que pretender; existem regras e limites que têm de ser respeitados sempre; tem de aprender a lidar com as suas próprias frustrações; tem de saber esperar pelas coisas que quer e que, a maior parte das vezes, terá de lutar para as conseguir.

O que fazer?

Mantenha a calma.
Ignore-a.
Evite utilizar a força física com a criança. 
Deixe a criança sozinha.
Não ameace com castigos que não vai conseguir cumprir.  
 Converse muito. 



                                                                             

Segue texto do  

A criança de dois anos

A partir dos dois anos, tem início uma grande transformação no comportamento da criança. É uma fase cujo pico ocorre entre 3 e 4 anos, declinando gradualmente.
Em primeiro lugar, os pais devem saber que seu "bebê" deixou de sê-lo e se tornou uma criança. Não se trata apenas de nova nomenclatura. Há de se mudar o jeito de tratar o filho, pois ele já está pronto para algumas novidades na relação familiar.
Nessa idade, a criança começa a distinguir o "certo" do "errado", não só pelas atitudes em si, mas também pelo olhar crítico dos pais ou mudança de postura deles. Assim, pode-se dizer que ela tem percepção que certas ações terão determinadas consequências, tanto para as aceitáveis como não-aceitáveis.
Por este motivo, é muito importante elogiá-la quando fizer algo esperado, construtivo e orientá-la quando for o contrário. São estas medidas que a ajudam a manter ou deixar certos comportamentos e atitudes.
Interessante ressaltar que apesar de adquirir essa consciência, é justamente quando estiver mais próxima dos três anos que começa a tentar violar as regras sociais e familiares. Muitas vezes o faz apenas por diversão, esperando arrancar risos dos adultos e irmãos. Assim, pode jogar o prato de comida no chão ou os talheres utilizados quando estiver satisfeita, rir dos erros de outras pessoas, desobedecer ordens.
Nessa fase, é capaz de formar frases curtas como: eu subo, eu faço. Tem noção que pode influenciar outras pessoas e também de que adquiriu novas capacidades, dentre elas, saber nomear objetos corretamente, bem como, o tipo de roupa que se usa para dormir, brincar ou passear.
Adora dirigir o comportamento dos outros, determinando, numa brincadeira, quem faz qual personagem ou quem usa qual brinquedo, justamente por ter o senso de influência.
Se vê uma pessoa ou criança em sofrimento, fica preocupada e pode se aproximar para lhe oferecer carinho e conforto. É uma busca dentre suas próprias vivências emocionais, quando também foi amparada e protegida.
Pode se tornar mais possessiva em relação aos seus brinquedos, exercendo controle sobre eles, ou seja, ela decide se outra criança pode ou não mexer em suas coisas.
Tem início a fase do "não", o que não significa que não queira de fato, apenas diz não para quase tudo, numa tentativa de autonomia e desprendimento, rumo à independência. É o desejo crescente de controlar seu próprio mundo e de se sentir poderosa. Aos poucos, vai abandonando esse comportamento, principalmente ao perceber que não é necessário para se autoafirmar.
Os pais se assustam com tanta mudança, afinal até recentemente seu filho era um bebê tão fácil de lidar, obediente e dócil.
É comum a criança dessa idade querer escolher o que vestir. Para evitar estresse desnecessário, separe duas ou três peças de roupas adequadas ao clima e passeio, coloque-as sobre a cama e peça para decidir dentre elas. A criança se sentirá fortalecida, respeitada e aceita.
O maior desgaste emocional entre pais e filho se dá fundamentalmente pelo fato de alguns não aceitarem que ele cresceu, tem vontade própria e desejam continuar a tratá-lo como bebê completamente dependente, não permitindo que exerçam sua individualidade e autonomia. Ou seja, ao invés de oferecer opções adequadas, decidem por ele o que deverá usar ou fazer.
Apesar de crítica, é uma fase de desenvolvimento saudável e normal e que necessita de muita compreensão e paciência.
Para não tolher a luta incessante pela independência, os pais devem ser mais flexíveis, negociando com a criança o que pode ser alterado porém, as regras e limites básicos terão que ser mantidos e respeitados sempre, com consistência e de comum acordo entre os responsáveis.

4 comentários:

  1. Amiga como te adimiro! Sério.
    Em vez de se desesperar vc foi em busca de informação que tanto te ajudou e agora está ajudando outras pessoas também!
    Vc vai tirar de letra essa fase da Lara.
    Eu aprendi mais um tantão por aqui, vou até salvar os textos.
    Beijos

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  2. Atrás da cortina foi o máximo!!!!!
    kkkkkk
    A Cecília faz exatamente as mesmas coisas e que você todas as outras que vc preferiu não escrever, kkkkkkkkkk

    Valeu pelos textos indicados.

    Beijocas amiga.

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  3. Affff... amiga Tb não sei onde está meu pequeno Joseph, tenho aqui um menino pirracento, chorão, teimoso, que escolhe o q quer comer... faz birra por tudo
    Bom, saber é q é uma fase e vai passar!
    bjs

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  4. Olha amiga aqui anda assim faz um tempo, super complicado, grita, chora por tudo, não beija e abraça as pessoas, só quando quer* Melhorou um pouco estes dias, mas fico muito chateada com isso. Ele sempre repeti o que falo, fala mamãe olha nos meus olhos, eu estou muito babo (bravo) com vc. Tomará que passe rápido. Bjs
    Vivi e Isaac

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